segunda-feira, 31 de janeiro de 2011 0 comentários

Um dia a Parque Escolar será dona de todas as escolas secundárias

Esse dia aproxima-se e ninguém conhece ainda as consequências para os professores. Vamos aos números.

Há 605 escolas secundárias estatais. Dessas, 75 já foram requalificadas pela Parque Escolar e começam em breve a pagar-lhe renda. Em fase de conclusão de obras, estão 92 escolas secundárias. Em estudo para projecto, estão 5 escolas secundárias. Projectos em curso para início de obras: 41 escolas secundárias. No sábado, em Braga, o primeiro-ministro anunciou a intenção de requalificar mais 90 escolas secundárias.

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Jardim vai manter apoios ao ensino privado e cooperativo

O presidente do Governo Regional garantiu esta segunda-feira que os apoios ao ensino privado e cooperativo serão mantidos na Madeira e que a política de José Sócrates neste sector não será adoptada pela Região dado que custaria 1.200 milhões de euros.

«A política em relação ao ensino privado que se faz aqui na Madeira é para continuar nos termos em que estamos, nós recusamos a política socialista. Podem falar nisso até ao fim dos seus dias que, enquanto eu for Governo, é assim e ponto final», garantiu.

No Dia de São João Bosco, patrono da comunidade Salesiana, Alberto João Jardim fez questão de salientar a sua intenção de «marcar uma posição contrária à política que está a ser feita pelo Governo socialista em Lisboa acerca do ensino particular e que também foi proposta pelo PS na Madeira».

O governante madeirense realçou ainda que a Constituição da República «fala de direito de Educação e não direito à educação pública» e que a Lei de Bases de Educação «atribui às famílias o direito à livre escolha entre alternativas públicas e particulares». «Portanto, tudo aquilo que está a ser feito é inconstitucional e é ilegal», acrescentou.

Para Alberto João Jardim, a política do Governo da República relativamente ao ensino particular vai «lesar as finanças públicas do país» e vai «eliminar escolas de sucesso».

O presidente do Governo Regional enumerou ainda as consequências, na Madeira, caso adoptasse a política do Governo da República neste domínio: encerrariam 75 estabelecimentos particulares e cooperativos; afectaria 11.657 alunos (21,3 por cento dos estudantes da Região); teria implicações na vida de 1.756 pessoas, entre professores (912) e funcionários (844) e um custo de 1.200 milhões de euros.

«Feitas as contas, para aplicar esta política socialista na Madeira seriam necessários 1.200 milhões de euros o que é uma enorme irresponsabilidade por parte do PS que quer uma despesa destas na Madeira nesta altura só para fazer guerra ao ensino particular», declarou.


Fonte:http://diario.iol.pt/politica/alberto-joao-jardim-madeira-apoios-ensino-cooperativo-tvi24/1229814-4072.html
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Educação: Bispos criticam estatização do ensino

D. Jorge Ortiga e D. António Vitalino contra novas regras do Governo para o financiamento do sector privado.

As novas regras de financiamento estatal para os estabelecimentos do ensino particular e cooperativo foram alvo de críticas dos bispos de Braga e de Beja, que se manifestaram contra a estatização da educação.

Na sua nota semanal para a «Rádio Pax», também enviada à Agência ECCLESIA, D. António Vitalino, bispo de Beja, convida o Estado a respeitar a “iniciativa dos cidadãos” para que não haja um regresso à “ditadura” por serem contrariados “os princípios tão propalados da liberdade, da responsabilidade, da subsidiariedade e da proporcionalidade”.

Referindo-se à polémica que opõe as escolas privadas com contrato de associação, financiadas pelo Estado, e o Ministério da Educação, o prelado da diocese alentejana sublinha que estes estabelecimentos “prestam um serviço público de altíssimo valor”, gratuito, e “custam muito menos, ao contrário do que alguns dizem, lançando números para a praça pública que não correspondem à verdade”.

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Escolas cortam nos professores

Os cortes de financiamento já aplicados nos colégios reforçam a preocupação dos pais para a qualidade do ensino que está a ser prestado aos filhos. Luís Marinho, porta-voz do Movimento SOS Educação, sublinha que "as escolas particulares com contratos de associação com o Estado estão, há 15 dias, a fazer cortes com os professores".

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sábado, 29 de janeiro de 2011 0 comentários

Isabel Alçada diz que vai continuar em negociações com colégios privados

Isabel Alçada garantiu, depois de receber um protesto escrito contra os cortes no financiamento das escolas privadas, que o Ministério da Educação vai continuar em negociações com as entidades afectadas.

A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo estava à espera da ministra, que este sábado inaugurou a remodelação da Escola Secundária de Sá de Miranda, um dos 21 estabelecimentos inaugurados também este sábado em todo o país por vários membros do Governo.

A associação entregou à governante um protesto escrito contra os cortes no financiamento destas instituições de ensino privado, que têm motivado nas últimas semanas várias manifestações por parte de pais professores e alunos.

Em declarações aos jornalistas, Isabel Alçada disse que continuará a existir negociações com as escolas em causa.

«Vamos receber a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo e vamos celebrar acordos e contratos com os vários colégios», assegurou.

O Ministério da Educação informou ainda que dois terços destas escolas já assinaram um acordo para o novo regime de financiamento.


| DECLARAÇÕES DE ISABEL ALÇADA |

Fonte:http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1770023&tag=Isabel%20Al%E7ada
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AFINAL, SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO, QUEM MENTE E QUEM MANIPULA ?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011 0 comentários

Assunto que dominou o debate quinzenal foi o dos cortes do governo no ensino particular e cooperativo - RTP Noticias




Fonte:http://vodpod.com/watch/5457251-polca-assunto-que-dominou-o-debate-quinzenal-foi-o-dos-cortes-do-governo-no-ensino-particular-e-cooperativo-rtp-noticias-vo?pod=
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A SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO, NAS INTERVENÇÕES PÚBLICAS, MOSTRA QUE É INCOMPETENTE

Por João Teixeira
(Professor de uma escola pública não estatal)

1. Não sabe que o seu ministério e o seu governo contrataram e instrumentalizaram “crianças”, através de empresas, para se prestarem ao triste papel de se deixarem filmar, com pompa e circunstância, a receberem das mãos do Sr. primeiro-ministro, computadores Magalhães numa escola, como se fossem alunos da mesma, e que depois da “farsa”, recolheram os computadores, “pagaram” com o dinheiro dos contribuintes este “filme”… e tudo isto para encherem telejornais e daí tirarem dividendos políticos e eleitorais. Não sabe que isto se soube, foi noticiado e não foi desmentido. Não tem vergonha de vir agora dizer para a praça pública e com todo o descaramento, à boca cheia e com um ar de “lírio puro”, mas triste, enfadonho e dramático, que as escolas públicas não estatais são irresponsáveis pois andam a instrumentalizar “crianças”, autorizadas pelos pais, colocando-as na rua a reclamar algo que não lhes diz respeito? Não sabe que essas “crianças” não foram contratadas para fazerem nenhuma “farsa mediática”, mas que querem, livre e convictamente, fazer ouvir a sua voz e dizerem a toda a gente que gostam da sua escola, são felizes nela e que não a querem ver fechada por um acto político irreflectido, incompreensível e prepotente? Que sensibilidade educativa tem a senhora? O que entende de educação? Pelos vistos, nada!

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Externato João Alberto Faria, em Arruda dos Vinhos, aceitou mostrar as contas à SIC


Fonte:http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/noticias-pais/2011/1/externato-joao-alberto-faria-em-arruda-dos-vinhos-aceitou-mostrar-as-contas-a-sic28-01-2011-17552.htm
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Colégios que recebem dinheiro público vão processar o Estado pelos cortes no financiamento


Fonte:http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/noticias-pais/2011/1/colegios-que-recebem-dinheiro-publico-vao-processar-o-estado-pelos-cortes-no-financiamento28-01-2011.htm
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Cerca de 40 escolas privadas devem hoje fechar portas

A estimativa é do Movimento SOS Educação, neste terceiro dia de protestos contra os cortes no financiamento das escolas de ensino particular e cooperativo com contrato de associação com o Estado.

Vive-se hoje o terceiro dia consecutivo de protestos no ensino particular e cooperativo, com pais e encarregados de educação a encerrarem mais colégios. O Movimento SOS Educação prevê o fecho de cerca de 40 estabelecimentos de ensino esta sexta-feira.

Luís Marinho, porta-voz do Movimento, diz que "quatro ou cinco" colégios deverão manter as portas abertas, sem actividade lectiva e com os alunos a concentrarem-se à entrada, seguindo depois para os recintos. É o caso do Externato de Penafirme.

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Pais e alunos manifestam-se em defesa do Colégio de Poiares, Régua

Alunos, pais e professores concentraram-se esta manhã no Colégio Salesiano de Poiares, no Peso da Régua, contra os cortes orçamentais e o receio de uma possível redução do número de turmas decorrentes da reordenação da rede escolar.

As portas do colégio não foram encerrados e alguns alunos foram às aulas. Enquanto isso, à porta do estabelecimento cerca de duas centenas de pessoas juntaram-se em defesa desta escola.

Carla Fernandes, mãe de uma aluna de 11 anos, afirmou à Agência Lusa que os pais e encarregados de educação querem a “escola de Poiares” e não admitem que o Ministério da Educação escolha outro estabelecimento de ensino por eles.

“Viemos aqui hoje dar testemunho do que esta escola significa para nós”, salientou.

Este colégio vê serem reduzidas as transferências de cem para 80 mil euros, a partir de setembro, mas a principal preocupação do diretor Aníbal Afonso é a diminuição do número de turmas naquele estabelecimento de ensino.

“Sobretudo com a ameaça de nos cortarem turmas, nós não teremos capacidade de aguentar com as despesas e a nossa população não pode pagar o ensino particular se não for pago pelo Governo”, salientou.

Acrescentou que o grande problema será “precisamente” a redução do número de turmas “para encher as escolas públicas”.

Carla Fernandes espera que a “senhora ministra” tenha “muito cuidado e atenção” aquando da redefinição da rede escolar porque, explicou, com menos turmas o colégio poderá não ter “capacidade para sobreviver”.

Atualmente o colégio possui cerca de 400 alunos espalhados por nove turmas do terceiro ciclo e seis do segundo ciclo.

O presidente da Câmara da Régua, Nuno Gonçalves, já veio a público defender a manutenção do colégio no concelho “porque a resposta dos equipamentos públicos não é suficiente para abarcar os alunos que estão em Poiares”.

“É necessário que isto se mantenha até final do ano letivo e que no final o colégio em conjunto com o Ministério da Educação estabeleça uma verba por aluno que seja suficiente para a sua sustentabilidade”, referiu.

O autarca adiantou que “o colégio faz parte efetiva da nossa carta educativa. É um estabelecimento de ensino que faz parte da rede de equipamentos de ensino do concelho de Peso da Régua, que também foi aprovado pelo Ministério da Educação”.

Fonte:http://www.destak.pt/artigo/86020-pais-e-alunos-manifestam-se-em-defesa-do-colegio-de-poiares-regua
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 0 comentários

Padre Morujão recorda utilização de crianças na promoção do Magalhães

Governo tinha criticado a presença de crianças na manifestação das escolas particulares.

Se houve instrumentalização das crianças para fins publicitários, foi no caso das campanhas do Governo em relação aos computadores Magalhães.

O Padre Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, responde assim aos membros do Governo que acusaram os pais de instrumentalizar as crianças ao levá-las para a manifestação das escolas com contrato de associação.

“Quando foi a promoção dos computadores Magalhães, usaram imagens com crianças, nas escolas, a fazer publicidade. Tratou-se de instrumentalização das crianças para uma promoção comercial”, diz o padre Morujão.

Fonte:http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=139473
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Ministério da Educação acusado de demagogia e pressões


A vaga de contestação aos cortes no ensino particular impediu esta quinta-feira o funcionamento de meia centena de escolas. Reunidos no Movimento SOS Educação, pais e encarregados de educação culpam a ministra da Educação e os seus “discursos demagógicos” pela “exaltação”. Críticas que têm eco entre as direções escolares: no Externato de Penafirme, compara-se a postura da equipa de Isabel Alçada a “uma pistola” apontada “à cabeça”.


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50 escolas fechadas em manifestação e já há professores despedidos

A notícia surge num dia em que novamente se multiplicam os protestos contra os cortes no ensino privado e cooperativo, com manifestações pelo país

Em mais um dia de protestos do ensino particular e cooperativo houve cerca de 50 escolas fechadas em vários pontos do país.

Os colégios privados Miramar e Santo André, no concelho de Mafra, dois dos 93 com contrato de associação, já despediram professores na sequência dos cortes governamentais que reduzem a comparticipação do Estado no ensino privado de 90 mil euros por turma para 80 mil.

Agostinho Ribeiro, da direcção das duas escolas pertencentes ao Grupo G.P.S., disse à agência Lusa que «os professores que tinham sido admitidos em Setembro e que estavam em período experimental foram dispensados, porque a redução das verbas estrangula» as instituições.

Foram despedidos 25 dos 100 professores no Colégio Miramar, localizado na freguesia de Santo Isidoro, e seis dos 70 professores no Colégio Santo André, na Venda do Pinheiro.

Agostinho Ribeiro deixou um repto a Isabel Alçada: «Em Mafra existem cinco escolas do Estado e desafio a senhora ministra a dizer qual é a escola mais barata que tem no concelho».
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Pais e alunos concentrados junto ao colégio Rainha D. Leonor, nas Caldas da Rainha, em protesto


Fonte:http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/noticias-pais/2011/1/pais-e-alunos-concentrados-junto-ao-colegio-rainha-d-leonor-nas-caldas-da-rainha-em-protesto27-01-20.htm
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Alunos de S. Mamede marcham até Fátima como forma de protesto

Os alunos da escola de S. Mamede, na Batalha, vão marchar durante 2,5 Km até Fátima, como forma de protesto às alterações à lei do ensino particular e cooperativo. A repórter Ana Isabel Costa explica que esta manifestação junta pais, encarregados de educação, alunos e elementos da junta de freguesia.


Fonte:http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Alunos-de-S-Mamede-marcham-ate-Fatima-como-forma-de-protesto.rtp&headline=46&visual=9&article=410759&tm=8
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Escolas privadas voltam a fechar portas

Pelo segundo dia consecutivo, pais de alunos de colégios com contrato de associação encerram estes estabelecimentos em protesto contra os cortes no financiamento estatal.

O Externato Nossa Senhora dos Remédios, em Tortosendo, na Covilhã, é um dos que se junta à iniciativa, mas aqui o protesto vai manter-se por tempo indeterminado. A decisão de encerrar a escola foi assumida em assembleia de pais e recebeu o apoio de professores.

“O que os pais decidirem, para mim está correcto”, afirma o docente José Afonso. “A liberdade de ensinar e de aprender está no 26º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Eles são a primeira prioridade. Os filhos são dos pais, não são do Estado”, sustenta.

João Afonso adianta que “a escola vai estar fechada por tempo indeterminado” e que a decisão de a reabrir será tomada pelos pais.

Na quarta-feira, primeiro dia deste protesto dos colégios com contrato de associação com o Estado, os encarregados de educação encerraram 22 colégios, o que afectou mais de 20 mil alunos.

A ministra da Educação, Isabel Alçada, considerou a iniciativa – que se repete amanhã – ilegítima e avisou que vai investigar estas acções.

Na base destes protestos está uma portaria da tutela, que determina um financiamento de 80.080 euros por ano e por turma nas escolas com contrato de associação – uma verba inferior em cerca de dez mil euros ao reclamado pela Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).

Fonte:http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=139420
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 0 comentários

Protesto no Colégio Nun' Alvres de Santo Tirso

Em Santo Tirso o Instituto Nun'Alvares não teve alunos. Os pais concentraram-se à porta da Escola em protesto. Dizem-se solidários com o movimento SOS Educação.


Fonte:http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Protesto-no-colegio-Nun-Alvares-de-Santo-Tirso.rtp&headline=20&visual=9&article=410477&tm=8
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Manifestantes formam "SOS gigante" no Parque de Coimbra

Mais de mil pessoas contestaram hoje, em Coimbra, as novas regras de financiamento das escolas com contrato de associação, formando um "SOS gigante" no Parque Verde do Mondego.

Entoando palavras de ordem, pais e encarregados de educação, alunos, alguns professores e funcionários de cinco estabelecimentos particulares de Coimbra integraram ao longo da manhã, na margem direita do rio Mondego, uma concentração de protesto do Movimento SOS Educação.

"Somos escolas que prestam serviços públicos há 30 anos, mais eficientes do que as escolas do Estado e que têm uma qualidade reconhecida em termos nacionais e internacionais", disse aos jornalistas João Asseiro, presidente da Associação de Pais do Colégio da Rainha Santa Isabel.

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Pais fecham a cadeado externato em Arruda dos Vinhos

Várias centenas de pessoas, entre pais, alunos e professores, concentraram-se hoje para protestar contra os cortes governamentais do externato de Arruda dos Vinhos, cujas portas foram encerradas logo pela manhã para impedir o início das aulas.

“Encerrámos simbolicamente a escola como sinal das amarras que têm sido postas pelo Ministério da Educação”, disse à agência Lusa Hernâni Silva, presidente da associação de pais do Externato João Alberto Faria (EJAF), de Arruda dos Vinhos (Lisboa).

Antes das 08:00, os portões da escola estavam fechados com amarras e com um cadeado gigante e várias centenas de pessoas, entre pais, alunos e professores da escola, concentraram-se em frente à escola para impedir o início das aulas durante a manhã.

“Os pais tomaram esta atitude com o objetivo de fazer com que a ministra venha à fala e compreenda que há realidades distintas de concelho para concelho e em Arruda não temos alternativa”, explicou Hernâni Silva.

Segundo o dirigente da associação de pais, “o ministério tem passado a imagem de que as escolas particulares são para ricos, mas em Arruda dos Vinhos este externato é a única escola desde há 40 anos no concelho”.

Os manifestantes concentrados gritaram expressões como “SOS” e “Queremos aprender e no EJAF tem de ser”.

O externato vai deixar de receber 113 mil euros/turma por ano e passar a receber 90 mil, a partir deste mês, e 80 mil, a partir de setembro, de acordo com o diretor, tendo em conta a portaria do Ministério da Educação que regulamenta o diploma promulgado pelo Presidente da República.

A instituição possui 1.600 alunos (nenhum no ensino privado), 140 professores e 40 funcionários.

O externato é a única escola do concelho de Arruda dos Vinhos com o 2.º e 3.º ciclos e com o ensino secundário, motivo pelo qual é um dos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo com contrato de associação com o Ministério da Educação.

Mais de 60 escolas privadas com contrato de associação com o Estado deverão ser hoje encerradas por encarregados de educação e pais, em mais um protesto contra a redução do financiamento decretada pelo Ministério da Educação.

Fonte: http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1124444.html
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Escolas do ensino particular e cooperativo fechadas por manifestantes

Os protestos contra os cortes financeiros no ensino particular e cooperativo continuam esta manhã. Depois de terem colocado dezenas de caixões à porta do Ministério da Educação, os manifestantes prometem fechar esta manhã e na quinta-feira cerca de 80 escolas. O repórter Frederico Moreno está junto a um desses estabelecimentos de ensino. Trata-se do Colégio da Imaculada Conceição, em Cernache, perto de Coimbra, onde os pais já fecharam as portas do edifício.



Fonte: http://tv2.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=8&t=Escolas-do-ensino-particular-e-cooperativo-fechadas-por-manifestantes.rtp&article=410386
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Escolas privadas com contrato de associação - protestos


Fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=x24OMqJaYOo
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SOS Movimento Educação contra Isabel Alçada - RTP Noticias


Fonte: http://vodpod.com/watch/5435858-pa-sos-movimento-educa-contra-isabel-ala-rtp-noticias-vo?pod=
terça-feira, 25 de janeiro de 2011 0 comentários

Educação: Contestação ao Governo sobe de tom

Regras de financiamento do sector privado no centro dos protestos. Ministra considera que os valores propostos são «justos»

Centenas de pais e alunos, em representação das escolas particulares com contrato de associação com o Estado, manifestaram-se hoje em Lisboa contra os cortes no financiamento a estes estabelecimentos, decididos pelo Governo.

A iniciativa passou por várias ruas da capital portuguesa, até deixar, simbolicamente, dezenas de «caixões» em frente à sede do Ministério da Educação, representando as 93 instituições atingidas pelas medidas, ao som de gritos como “SOS”.

“O objectivo desta manifestação é dar nota à ministra e ao secretário de Estado de que a recente alteração da legislação põe em causa a sobrevivência das escolas, leva à asfixia e pode condená-las ao encerramento”, afirmou João Asseiro, um dos porta-vozes do «SOS Movimento Educação», que convocou o protesto.


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SOS Movimento Educação manifesta-se em Lisboa


Umas 80 escolas com contrato de associação com o Estado estão a manifestar-se em Lisboa contra as novas regras de financiamento do setor. Representantes das escolas concentraram-se no Saldanha para transportar depois dezenas de caixões até ao Ministério da Educação, no que dizem simbolizar o "funeral" do ensino particular. Governo e PS lamentam "utilização de pais e crianças" contra um diploma “absolutamente justo”.

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Marques Mendes - escolas com contrato de associação


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=ky2OZoXCx0w
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 0 comentários

Escolas do privado com contratos de associação fecham esta semana

O encerramento foi anunciado, esta manhã, pelo Movimento SOS Educação, à entrada para uma reunião com as associações de todo o país. Em causa está a alteração da legislação e a redução de 30 por cento dos orçamentos de 93 instituições.




Fonte: http://tv2.rtp.pt/noticias/index.php?t=Escolas-do-privado-com-contratos-de-associacao-fecham-esta-semana.rtp&headline=20&visual=9&article=409848&tm=8
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Escolas Particulares: Plano de protesto de movimento de pais prevê manifestação nacional em Lisboa

Pais e encarregados de educação do SOS Movimento Educação estão a preparar uma manifestação nacional em Lisboa contra as alterações no financiamento de escolas privadas, que culminará uma série de ações de protesto que este grupo está a preparar ao pormenor.

As ações são promovidas por pais e encarregados de educação de alunos de escolas particulares, que se juntaram no SOS Movimento Educação.

Segundo um dos representantes do movimento, João Asseiro, “está a ser preparada uma manifestação nacional para o mesmo dia em que a ministra da Educação, Isabel Alçada, for ouvida na respetiva Comissão Parlamentar”.

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domingo, 23 de janeiro de 2011 0 comentários

Escolas Publicas não Estatais - O que são e do que estamos a falar

sábado, 22 de janeiro de 2011 0 comentários

«Declarações deploráveis» levam ministra mais cedo ao parlamento

O CDS-PP vai solicitar a antecipação da audição à ministra da Educação no Parlamento devido às «declarações deploráveis» do secretário de Estado, revelou à Lusa o deputado centrista José Manuel Rodrigues.

«O CDS-PP vai escrever ao presidente da Comissão [de Educação e Ciência] no sentido da senhora ministra antecipar esta audição e ser ouvida com urgência, face às declarações ontem [sexta-feira] prestadas pelo secretário de Estado da Educação e que na opinião do CDS-PP são deploráveis, porque configuram uma situação de intimidação, ameaça e chantagem perante as escolas do ensino particular e cooperativo», assegurou o deputado.

A audição a Isabel Alçada está prevista para 8 de Fevereiro, mas os centristas pretendam agora antecipar os esclarecimentos em sede de comissão, na sequência das afirmações do secretário de Estado da Educação.Ler +++



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93 escolas privadas fecham a 27 de Janeiro

As associações de pais decidiram fechar por tempo indeterminado, a partir do próximo dia 27, as 93 escolas com contrato de associação. 60 mil alunos vão ficar sem escola.


As associações de país decidiram fechar as escolas privadas com contrato de associação no dia 27 de Janeiro. E dizem que vão fazê-lo por tempo indeterminado. Na última semana, sucederam-se de Norte a Sul assembleias-gerais de encarregados de educação que aprovaram moções para encerrar os colégios até o Governo recuar nos cortes ao seu financiamento.

Mas os protestos não vão ficar por aqui. Os directores destas escolas estão a recusar-se a assinar a adenda ao contrato de associação que permite ao Ministério da Educação reduzir já este ano lectivo os apoios de 114 mil euros por ano por turma para 90 mil. Ler +++



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Associação do ensino particular denuncia pressões do Governo

Secretário de Estado da Educação acredita num acordo com as 93 escolas do ensino particular e cooperativo.

O Governo está a exercer uma pressão inaceitável sobre as escolas, diz o vice-presidente Associação dos Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).

Trinta colégios com contrato de associação com o Estado já assinaram os novos acordos que alteram o regime de financiamento, anunciou hoje o Ministério da Educação.

“A AEEP, mais uma vez, fica surpreendida com esta atitude, numa altura em que ainda estamos a tentar negociar os valores finais”, afirma o vice-presidente da AEEP, João Muñoz, em declarações à Renascença. Ler +++



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 0 comentários

Comentários...

Pouco informado estava sobre o que era uma escola com contrato de associação pelo que consultei quem sabia do assunto. Fiquei a saber que estas escolas funcionam tal e qual como uma escola do estado mas com gestão privada (recebe financiamento do estado), tendo alunos de diversas camadas sociais. Estes alunos não pagam nem mensalidades nem despesas extra como nos colégios de cariz totalmente privado. O engraçado nisto é que a maioria destas escolas fornecem um excelente ensino, melhor que muitas do estado. Acho que esse é um dos motivos porque o PS quer acabar com elas. Usam melhor o dinheiro do estado do que o próprio estado.
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Ensino Particular existem crianças e jovens carenciados portanto antes de falar dos meninos ricos informe-se do que é o ensino particular e cooperativo
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A quebra de financiamento é uma manobra politica e um erro de gestão do governo, pois o aluno que frequenta o "ensino privado fica mais barato ao estado. Desafie-se o estado a apresentar as contas.
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Fonte:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12020448.html#page=2
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Ensino privado acusa ME de chantagem na renegociação de contratos

Associação do Ensino Particular e Cooperativo acusar o Ministério da Educação de obrigar os colégios a assinarem adendas, renegociando os contratos de associação. Está em causa a verba a atribuir por turma e ano às escolas privadas com contratos de associação. O Ministério diz que foram assinadas 30 adendas, mas a associação do setor acusa a tutela de chantagem e pressão. Revelações de João Alvarenga.


Fonte:http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=8&t=Ensino-privado-acusa-ME-de-chantagem-na-renegociacao-de-contratos.rtp&article=409147
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 0 comentários

Escolas privadas fecham portas em protesto

O porta-voz do movimento "SOS Educação" diz que a acção envolve as 93 escolas com contrato de associação e os seus milhares de alunos.

Os estabelecimentos do sector privado e cooperativo vão encerrar durante dois a três dias, na próxima semana, em protesto pelo corte na comparticipação estatal.

Em declarações à Renascença, Luís Marinho, o porta-voz do movimento de pais dos alunos destes estabelecimentos de ensino, o movimento "SOS Educação", diz que a acção envolve as 93 escolas com contrato de associação e os seus milhares de alunos.

“Para a semana vai haver um movimento colectivo de todas as escolas com contrato de associação, que se estende às 93 escolas, e será seguramente dois a três dias de fecho. Ainda estamos a articular, mas será seguramente a partir de dia 26. Todos os pais e todos os estabelecimentos estão unidos e recordo que isto representa cerca de 50 mil estudantes”, afirma Luís Marinho.

Também na próxima semana, o movimento “SOS Educação" vai até ao Ministério da educação entregar 93 caixões, que representam todas as escolas privadas e o seu eventual fecho definitivo por causa das novas regras de financiamento.


Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=138469

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Escolas Católicas acusam Ministério da Educação de “pressão inadmissível”

Padre Querubim Silva fala de ameaças por parte do ministério às escolas católicas.

“Uma pressão inadmissível”, é como o presidente da Associação Portuguesa das Escolas Católicas (APEC) responde ao Ministério da Educação que está a exigir aos colégios privados que assinem novos contratos de associação ao abrigo da nova legislação para o sector.

Segundo o padre Querubim Silva há mesmo ameaças de cortes no financiamento, mas este responsável diz que não vão fazer a vontade ao Governo.

“Mandaram às escolas ou adendas aos contractos que estão em vigor desde 31 de Agosto, ou novos contractos para vigorarem de 1 de Janeiro a 31 de Agosto, segundo as novas tabelas. As ameaças têm sido com pressão por telefone, sobretudo ontem à tarde, porque o prazo era até ontem à tarde, com ameaças de que se não fosse entregue até hoje, e nalguns casos até Sexta-feira, que não haveria dinheiro para pagar. Ontem, aconselhados por advogados, decidimos manter-nos firmes e não assinar. Agora veremos o que vem a seguir”, explica o Presidente da APEC.

O padre Querubim Silva volta a criticar a proposta de financiamento do Governo de 90 mil euros anuais por turma.

Já quanto á forma como o tema está a ser tratado na campanha para as presidenciais, elogia Cavaco Silva e Fernando Nobre: “O tema está a passar bem. Temos sido ordeiros e apenas fazemos sentir a nossa discordância, a nossa luta, apenas contra o Governo e não contra os candidatos presidenciais. A nossa presença nas campanhas tem sido para sensibilizar os candidatos para o problema. Pelo menos por Cavaco Silva e Fernando Nobre temos sido muito bem acolhidos”, conclui.

Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=95&did=138374


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Debate no Parlamento - Financiamento das Escolas com contrato de associação


Fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=TO32X1z-FbY#!
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 0 comentários

Associação do Ensino Particular e Cooperativo no Parlamento para procurar soluções.


O presidente da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, João Alvarenga, defende que estas escolas não podem continuar neste clima de instabilidade durante muito tempo. O tema dos cortes nos apoios a estes estabelecimentos levou o dirigente esta manhã à Assembleia da República, onde tentou sensibilizar os grupos parlamentares, de forma a que se encontrem soluções para esta situação.


Fonte: http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=8&t=Associacao-do-Ensino-Particular-e-Cooperativo-no-Parlamento-para-procurar-solucoes.rtp&article=408381
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Ensino particular: pais fecham externato em protesto

Em Arruda dos Vinhos, devido aos cortes nas ajudas pelo Ministério da Educação

s pais dos alunos do Externato João Alberto Faria, em Arruda dos Vinhos, decidiram encerrar a escola a 26 de Janeiro, em protesto contra os cortes no financiamento do ensino particular pelo Ministério da Educação.

«Os pais decidiram encerrar a escola no dia 26, a par de outras escolas do país», afirmou à agência Lusa o presidente da Associação de Pais do Externato João Alberto Faria, Hernâni Silva. O responsável falava após uma reunião, que juntou mais de mil pais.

«O que está em causa é o encerramento do externato, porque as verbas com que o Ministério da Educação quer financiar a escola já a partir deste mês inviabilizam a manutenção do externato, o que nos preocupa», declarou.

Os pais decidiram ainda enviar cartas ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República, ao primeiro-ministro e aos grupos parlamentares a expor o problema e a pedir audiências.

O externato vai deixar de receber 113 mil euros/turma por ano e passar a receber 90 mil, a partir de Janeiro, e 80 mil, em Setembro, tendo em conta, segundo a escola, uma portaria do Ministério da Educação.

A instituição possui 1.600 alunos, 140 professores e 40 funcionários. É a única escola do concelho de Arruda dos Vinhos com os 2º e 3º ciclos e com o ensino secundário, motivo pelo qual é um dos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo com contrato de associação com o Ministério da Educação.


Fonte: http://diario.iol.pt/sociedade/ensino-particular-cooperativo-tvi24-arruda-dos-vinhos/1226932-4071.html
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PSD acusa Governo de “má-fé”

O PSD estranha que o Governo tenha publicado a portaria que regula os cortes para o ensino particular logo após a publicação do decreto que Cavaco promulgou.

Miguel Macedo diz que "é mau que o Governo tivesse agido de má-fé", aprovando essa portaria com "base no decreto inicial e não com base no decreto final" que saiu de Belém. Por isso mesmo, o PSD vai formalizar hoje o pedido de apreciação parlamentar do diploma, depois de ontem também o CDS-PP já o ter feito.

Questionado se considera que o Governo tentou definir critérios "à margem da discussão política" que levou a alterações do decreto-lei já durante o processo de promulgação pelo Presidente da República, o líder parlamentar do PSD foi claro: "essa avaliação é coincidente com os factos". "Esta portaria já estava feita antes do decreto-lei ser publicado", acusou Macedo após uma reunião com a associação do ensino particular e cooperativo.

Agora, PSD e CDS-PP querem que o Governo repondere o diploma, sem prejuízo de continuarem a existir cortes no financiamento, mas garantindo que não há uma dualidade de critérios em relação a outros sistemas de ensino.

Esta iniciativa da direita surge logo após Cavaco Silva ter admitido a reanálise do diploma por parte do Parlamento, mas Macedo recusa fazer leituras políticas. "Para mim é indiferente que haja campanha eleitoral, mas não é irrelevante a posição do Presidente da República", sublinhou.

O decreto em causa foi promulgado pelo Presidente da República no final de Dezembro depois de Cavaco ter exigido ao Governo algumas alterações ao documento que chegou inicialmente a Belém.

Além da apreciação parlamentar, o PSD pode vir a avançar com outras iniciativas, como a apresentação de um projecto de resolução que recomende ao Governo a alteração da portaria que regula estes cortes, já que neste ponto o Parlamento não tem poder para mexer.



Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/psd-acusa-governo-de-mafe-nos-cortes-do-ensino-particular_109089.html
terça-feira, 18 de janeiro de 2011 0 comentários

PSD pede apreciação parlamentar aos cortes no ensino privado

O PSD vai pedir a apreciação parlamentar ao decreto-lei do Governo que regula o apoio do Estado ao ensino particular e cooperativo.

O objectivo é tentar travar os cortes no financiamento destas escolas.

Segundo foi avançado ao Diário Económico, amanhã o líder parlamentar Miguel Macedo recebe a associação de estabelecimentos de ensino particular, e, no final, anunciará esta decisão. Além da apreciação parlamentar, o PSD pode vir a avançar com outras iniciativas, como a apresentação de um projecto de resolução que recomende ao Governo a alteração da portaria que regula estes cortes.

Os cortes no ensino privado têm sido uma das polémicas a aquecer a campanha eleitoral de Cavaco, recebido em vários distritos com manifestações contra a promugação presidencial deste diploma


Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/psd-pede-apreciacao-parlamentar-aos-cortes-no-ensino-privado_109010.html


Fonte: http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=8&t=Associacao-do-Ensino-Particular-e-Cooperativo-no-Parlamento-para-procurar-solucoes.rtp&article=408381
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SOS Aveiro



Fonte:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=CuIcRyvCbvg
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 0 comentários

SOS Braga

Centenas manifestaram-se ontem, na rua em Braga, contra o corte dos apoios do Estado ao ensino privado. Campanha de Cavaco "contaminada" pelo novo diploma.

Os cortes dos apoios do Estado ao ensino privado e cooperativo devem voltar ao Parlamento, sabe o i. Na opinião do maior partido da oposição, a questão principal não reside no diploma - promulgado por Cavaco Silva e alterado, sob a influência de Belém, para que permitisse contratos plurianuais entre o Estado e os estabelecimentos de ensino -, mas antes na portaria que é da exclusiva competência do governo e que não pode ser alterada pela Assembleia da República.

Ontem, em Braga, o tema ganhou outra dimensão com o candidato Cavaco Silva a ser recebido por uma manifestação "descontrolada" de centenas de pais, professores e alunos do ensino privado e cooperativo. O assunto não é inédito na campanha, tendo o candidato apoiado pela direita sido por diversas vezes recebido com cartazes, pedidos, vigílias de velas e até palavras de ordem. Mas ontem, como a comitiva e o corpo de segurança admitiram ao i, "a situação ficou descontrolada". Ler +++



Cavaco engolido por manifestação SOS Ensino Braga SOL

Cavaco mergulhado em manifestação pelo ensino JN


domingo, 16 de janeiro de 2011 0 comentários

Alegre: Gritos «SOS» pelo ensino à entrada de comício

Os gritos de apelo a Manuel Alegre à chegada do comício desta noite em Coimbra foram abafados pelas centenas de pessoas que entoavam "SOS" contra os cortes governamentais no ensino particular e cooperativo, manifestantes que o candidato presidencial ouviu.

Centenas de pessoas do movimento SOS -- cinco mil, segundo a organização -- esperavam, em manifestação pacífica e ordeira, o candidato presidencial apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda para lhe pedir ajuda num momento "aflitivo" para o ensino particular e corporativo.

Sandra Strecht foi quem deu voz ao pedido de ajuda do movimento SOS, tendo falado com Manuel Alegre, antes de este entrar para o comício, no Teatro Gil Vicente.

"Vimos aqui pedir-lhe ajuda para a nossa situação que neste momento é aflitiva. O Governo estabeleceu para todas as escolas um plafond que não tem nada a ver com realidade de cada escola", explicou.

A representante do movimento pediu "encarecidamente ajuda" ao candidato presidencial "no sentido de intervir junto do Governo e das autoridades para o problema.

"Ouça-nos, estamos aqui cerca de 5 mil pessoas hoje reunidas só para lhe pedir ajuda", disse, ouvindo-se em fundo os gritos "SOS, SOS, SOS".

Diário Digital / Lusa
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=488610&page=0



Fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=DVNIWBdo6Nk
sábado, 15 de janeiro de 2011 0 comentários

EIDH - pais, professores e funcionarios

A Associação de Pais, Alunos, Professores e Funcionários não docentes do Externato Infante D. Henrique manifestam-se contra as medidas do governo e da portaria nº 1324-A/2010 que regulam as escolas de serviço público com contrato de associação.




Fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=GIG4oP6A5eE
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Quando os Pais mandam


Para Professores,

Funcionários não docentes,

Pais e Encarregados de Educação

Deixe o seu carro orgulhoso…

Seja um militante da causa da Liberdade de Educação


Fonte APEPCCA
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SOS Poiares (Peso da Régua) - Vila Real




Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-HbpBsvyIrrnTOj4Z-mTDorfJvvdzCLwMMnielAjsZzsPfOTMIyG_QdcvFdNI-24pm81KHfa-7vegpIvw01HxbqXaSd_jAKm-6PJFOLIv5J7wTlG0pEWXZz2Izvw41tNPWXVSyZ99PPg/s1600/poiares-c-cavaco2.jpg
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 0 comentários

Notíca RR


Fonte:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=uGVOOdpZJQk
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Cortes nos apoios estatais levam a reduções salariais e despedimentos

A austeridade imposta pelo governo com a diminuição dos apoios estatais ao ensino privado está a levar a Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo a reduzir salários e a despedir professores. A Fenprof já solicitou a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho por qualificar as medidas de ilegais. No sector público não se preveem despedimento mas as escolas estudam formas de redução das faturas.

“Professores do ensino privado e restantes funcionários vão ter o seu salário reduzido no final do mês” informava o diretor executivo da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo.

O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, já qualificou a medida como estando atingida de uma ilegalidade grave e consequentemente pediu a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho, organismo que é um serviço do Estado que visa a promoção da melhoria das condições de trabalho em todo o território continental através do controlo do cumprimento do normativo laboral no âmbito das relações laborais privadas e pela promoção da segurança e saúde no trabalho em todos os sectores de atividade públicos ou privados.

“Só ontem [quinta-feira] foram despedidos mais nove professores de colégios particulares”, denuncia Mário Nogueira ao “Correio da Manhã”, acrescentando que “estão a ser cometidas ilegalidades graves para os proprietários dos colégios não terem uma redução das margens de lucro”.

A redução salarial é apresentada pela Associação como consensual e livremente aceite pelos professores e funcionários. Exemplo disso é o do colégio salesiano Instituto Nuno Alvares. O pessoal docente e discente aceitou a redução salarial, como refere o seu diretor-geral, padre Jorge Sena citado pelo matutino. “A redução anda entre um pouco mais de 3% e um pouco acima dos 10%” referiu acrescentando que “se trata de uma colaboração livre, não de um corte imposto”. O que não referiu foi o que aconteceria aos professores e funcionários caso não tivessem aceitado livremente a redução salarial imposta.

As dificuldades por que passam as escolas do ensino privado resultam da redução dos apoios estatais decididos pelo Executivo no âmbito da política de austeridade implementada para reduzir o défice externo e atingir os 3% impostos pela União Europeia em 2013.
Para o ano de 2011 foi inscrita uma verba no Orçamento de Estado que fixa em 80 mil euros por turma os apoios a conceder ao ensino privado.

As entidades gestoras desses colégios privados afirmam que a redução salarial é uma medida implementada para salvar empregos e evitar despedimentos no sector.

Outra área que também será atingida devido aos cortes dos apoios estatais ao ensino privado será a das atividades extracurriculares. As escolas privadas com contrato de associação vão reduzir ou mesmo acabar com essas atividades. A justificação é a de que as verbas disponíveis só permitirão pagar aos professores as horas contratualizadas. O fim dessas atividades refletir-se-á certamente no aproveitamento dos alunos.

São noventa e três as escolas privadas que têm contrato de associação e que serão afetadas pelos cortes nos apoios estatais. Oitenta mil alunos frequentam essas escolas.


Fonte: http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Cortes-nos-apoios-estatais-levam-a-reducoes-salariais-e-despedimentos.rtp&article=406986&layout=10&visual=3&tm=8
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 0 comentários

Presidenciais: Manifestantes esperam Alegre e Sócrates contra cortes no ensino particular e cooperativo

Dezenas de pessoas estão hoje concentradas à porta do comício de Manuel Alegre em Castelo Branco, em que também estará presente José Sócrates, para protestar contra os cortes do Governo ao ensino particular e cooperativo.

Os manifestantes gritam "não aos cortes" e têm faixas onde se pode ler "queremos os nossos colégios", ou "pela liberdade de ensino e de aprender".

Nestes dias de campanha, o candidato apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda ainda não se pronunciou sobre os cortes constantes no Orçamento para 2011 em relação ao ensino particular e cooperativo.


Fonte: http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1756540
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Educação: Jesuítas acusam Governo de asfixiar colégios

Responsável pela província portuguesa diz que o financiamento proposto pelo Estado é «insuficiente»



O responsável máximo dos Jesuítas em Portugal, padre Nuno da Silva Gonçalves, enviou hoje uma carta aos membros da Congregação, considerando “de extrema gravidade e de asfixia progressiva” a situação dos seus colégios.

“Além de ter sido aprovado um novo enquadramento jurídico que debilita a situação do ensino privado e cooperativo com contratos de associação, o financiamento decidido unilateralmente pelo Governo é claramente insuficiente, com a agravante de se pretender tratar por igual escolas que são muito diferentes”, lamenta.

O Ministério da Educação publicou a 29 de Dezembro de 2010 uma portaria que define “o apoio financeiro a conceder, no âmbito de contratos de associação” aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo, prevendo um subsídio anual, por turma, de 80 080 euros, já a partir deste mês de Janeiro.

Segundo o Provincial português dos Jesuítas, “todos aqueles que defendem a liberdade de educação em Portugal têm sublinhado que o Governo, a pretexto da crise financeira, decidiu desferir um ataque ao ensino particular e cooperativo como há muito não se via no nosso País”.

Este responsável critica as decisões tomadas pelo executivo, nos últimos dois meses, a propósito das escolas particulares e cooperativas com contratos de associação.

No próximo ano lectivo (2011/2012), a renovação dos contratos deixa de ser automática, passando a fazer-se mediante a verificação da insuficiência da rede pública e acordo entre as partes.

No caso da Província Portuguesa da Companhia de Jesus, assinala a missiva “as medidas tomadas pelo Governo afectam gravemente o Colégio das Caldinhas, o Colégio da Imaculada Conceição e o curso nocturno do Colégio de S. João de Brito”.

Segundo o padre Nuno da Silva Gonçalves, “trata-se de uma circunstância extraordinária que exige a mobilização de todos e, em particular, das comunidades educativas dos colégios, como já tem vindo a acontecer.”.

O sacerdote apela à continuação das manifestações de apoio aos colégios e reafirma a sua solidariedade aos jesuítas e leigos que trabalham nos escolas da Companhia de Jesus em Portugal, deixando-lhes, “num momento particularmente difícil, uma palavra de estímulo e de confiança no futuro.”

O Decreto-lei que regula o apoio do Estado aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo foi publicado, em «Diário da República», a 28 de Dezembro, permitindo a avaliação e renegociação dos contratos.

Os contratos de associação visam a atribuição de um subsídio pelo Estado às escolas privadas que completem as insuficiências da rede pública de escolas.

OC


Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=83748
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CDS tenta minorizar no Parlamento cortes aos colégios privados

O CDS quer garantir que o valor pago aos colégios privados e ao ensino cooperativo com contrato de associação é o mesmo que ao ensino regular e opõe-se a que o corte no financiamento seja tão acentuado como decretou o Governo. "Todos estão disponíveis para fazer sacrifícios, mas cortar 10 por cento nas despesas de funcionamento nas escolas e pedir 22 por cento a estas escolas não é justo", sublinha o líder parlamentar do CDS, Pedro Mota Soares. "O que o Governo está a querer é pagar aos colégios com contrato de associação o que paga ao ensino profissional", acrescenta, referindo-se a 80 mil euros por turma.

Num projecto de resolução, os centristas recomendam ao Governo que sejam alterados os valores de financiamento das escolas com contrato de associação, de forma a que sejam garantidos os 90 mil euros por turma, tal como acontecia até agora. S.R.



Fonte:http://jornal.publico.pt/noticia/11-01-2011/cds-tenta-minorizar-no-parlamento-cortes-aos-colegios-privados-20991452.htm
 
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