Pelo segundo dia consecutivo, pais de alunos de colégios com contrato de associação encerram estes estabelecimentos em protesto contra os cortes no financiamento estatal.
O Externato Nossa Senhora dos Remédios, em Tortosendo, na Covilhã, é um dos que se junta à iniciativa, mas aqui o protesto vai manter-se por tempo indeterminado. A decisão de encerrar a escola foi assumida em assembleia de pais e recebeu o apoio de professores.
“O que os pais decidirem, para mim está correcto”, afirma o docente José Afonso. “A liberdade de ensinar e de aprender está no 26º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Eles são a primeira prioridade. Os filhos são dos pais, não são do Estado”, sustenta.
João Afonso adianta que “a escola vai estar fechada por tempo indeterminado” e que a decisão de a reabrir será tomada pelos pais.
Na quarta-feira, primeiro dia deste protesto dos colégios com contrato de associação com o Estado, os encarregados de educação encerraram 22 colégios, o que afectou mais de 20 mil alunos.
A ministra da Educação, Isabel Alçada, considerou a iniciativa – que se repete amanhã – ilegítima e avisou que vai investigar estas acções.
Na base destes protestos está uma portaria da tutela, que determina um financiamento de 80.080 euros por ano e por turma nas escolas com contrato de associação – uma verba inferior em cerca de dez mil euros ao reclamado pela Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).
O Externato Nossa Senhora dos Remédios, em Tortosendo, na Covilhã, é um dos que se junta à iniciativa, mas aqui o protesto vai manter-se por tempo indeterminado. A decisão de encerrar a escola foi assumida em assembleia de pais e recebeu o apoio de professores.
“O que os pais decidirem, para mim está correcto”, afirma o docente José Afonso. “A liberdade de ensinar e de aprender está no 26º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Eles são a primeira prioridade. Os filhos são dos pais, não são do Estado”, sustenta.
João Afonso adianta que “a escola vai estar fechada por tempo indeterminado” e que a decisão de a reabrir será tomada pelos pais.
Na quarta-feira, primeiro dia deste protesto dos colégios com contrato de associação com o Estado, os encarregados de educação encerraram 22 colégios, o que afectou mais de 20 mil alunos.
A ministra da Educação, Isabel Alçada, considerou a iniciativa – que se repete amanhã – ilegítima e avisou que vai investigar estas acções.
Na base destes protestos está uma portaria da tutela, que determina um financiamento de 80.080 euros por ano e por turma nas escolas com contrato de associação – uma verba inferior em cerca de dez mil euros ao reclamado pela Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).
Fonte:http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=139420







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