A região ainda não contabilizou (e já o devia ter feito), nem as autarquias da região se reuniram (e já se deviam ter reunido) para analisar o descalabro que será caso o Governo corte em definitivo as verbas destinadas ao ensino particular.
Isto porque, principalmente no interior, há inúmeras escolas a leccionar onde não existe ensino oficial, bem como outras instituições (conservatórios e escolas de arte, desportivas, etc.) que dependem em grande parte do apoio oficial, e que terão de encerrar caso esse apoio cesse.
Nos grandes centros, há alternativas, mas no interior não há. Por outro lado, a haver excepções (e vai havê-las, porque neste país há sempre excepções à lei e que beneficiam, também e sempre, os grandes centros) elas deveriam ser canalizadas para as regiões onde não existem as tais alternativas.
Por isso, aqui vai o aviso: preparem-se senhores autarcas, porque vem aí tempestade!
Isto porque, principalmente no interior, há inúmeras escolas a leccionar onde não existe ensino oficial, bem como outras instituições (conservatórios e escolas de arte, desportivas, etc.) que dependem em grande parte do apoio oficial, e que terão de encerrar caso esse apoio cesse.
Nos grandes centros, há alternativas, mas no interior não há. Por outro lado, a haver excepções (e vai havê-las, porque neste país há sempre excepções à lei e que beneficiam, também e sempre, os grandes centros) elas deveriam ser canalizadas para as regiões onde não existem as tais alternativas.
Por isso, aqui vai o aviso: preparem-se senhores autarcas, porque vem aí tempestade!
Por Francisco Gouveia, Eng.º
gouveiafrancisco@hotmail.com
Fonte: http://www.dodouro.pt/noticia.asp?idEdicao=338&id=22402&idSeccao=3840&Action=noticia







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