Governo prepara-se para encerrar mais de 600 escolas (públicas)
E vai mais uma...abaixo
Quem vai pagar todo este despesismo são as novas gerações com uma dívida gigantesca, desemprego, salários baixos e impostos galopante.
APEC: Ensino privado «não se pode acomodar»
Director da Associação Portuguesa de Escolas Católicas quer que as escolas redobrem esforços, porque os acordo atingidos com o Governo «não são satisfatórios»
Professores dão aulas sem receber ordenado
APEPCCA reuniu com Secretário de Estado da Educação – Dr. João Trocado da Mata
Há professores com salários em atraso em colégios que não assinaram acordo com governo
"Neste momento há professores a não receberem salário, principalmente em locais onde as escolas não assinaram a adenda ao acordo", disse à agência Lusa Rui Leite, da associação (APEPCCA), depois de uma reunião com o secretário de Estado da Educação, João Mata.
"Há professores com salários em atraso", confirmou o dirigente associativo, referindo que as situações de incumprimento se verificam mais na região Centro...
Requalificação da E. S. Maria Lamas pela Parque Escolar custa 8 milhões
Em oito anos, o Estado gasta nesta escola 10 milhões de euros. Depois de requalificada, o Estado vai ter de pagar à Parque Escolar uma renda anual entre 300 mil e 500 mil euros. Estima-se que a despesa mensal com electricidade e água triplique após a conclusão da intervenção.
As liberdades de educação em Portugal e na Europa
Estes direitos sociais devem considerar-se instrumentais relativamente ao exercício das liberdades pessoais; porque as prestações devidas como satisfação dos direitos sociais visam criar condições fácticas para que todos possam exercer os direitos de liberdade, de acordo com o princípio da igualdade de oportunidades.
Estado não pode ter monopólio do serviço público
Guilherme d'Oliveira Martins contra «interpretação limitativa» sobre o papel da iniciativa particular.
Guilherme d’Oliveira Martins, antigo ministro da Educação, afirmou que “a «liberdade de aprender e ensinar»” exige que o Estado “não tenha o monopólio do «serviço público de educação»”.
Colégio em Coimbra admite despedimentos no próximo ano lectivo
O Colégio de São Teotónio em Coimbra reconheceu hoje que, face aos cortes no financiamento das escolas particulares, não há outra alternativa senão recorrer ao despedimento de vários professores no próximo ano lectivo.
O Padre Manuel Carvalheiro, director do estabelecimento, admite que, para além desta medida, será implementada uma outra que passa pela criação de “uma propina que os alunos terão de pagar para frequentar o colégio”.
No entanto, as dificuldades já se começam a fazer sentir desde o inicio do ano e os salários dos cerca de 160 professores e funcionários não docentes são pagos, nesta altura, com recurso à banca, isto porque esta é uma das escolas com contrato de associação que não chegou a assinar a adenda proposta pelo Executivo.
“O Ministério da Educação ainda não transferiu nenhuma verba referente ao mês de Fevereiro nem ao mês de Janeiro e portanto vamos contraindo empréstimos junto das bancas enquanto nos forem concedidos” explica o Padre Manuel Carvalheiro.
Fundado em 1963, o Colégio de São Teotónio assinou em 1996 o primeiro contrato de associação com o Ministério e actualmente são cerca de 400 os alunos que aqui beneficiam do ensino gratuito.
Aveiro - Em defesa do Ensino Particular e Cooperativo
“O estudo de reorganização da rede do ensino particular foi encomendado”
Foi durante o período em que ocupou o cargo de diretor regional de Educação que muitos dos contratos de associação com as escolas do ensino particular e cooperativo foram efetuados. Havia necessidade de os celebrar?
Não foi uma necessidade, foi um sufoco com que nos deparámos inesperadamente.
Porquê sufoco?
Porque me vi confrontado com um défice enorme de salas para os alunos que, naquela altura, chegavam ao sistema. A Lei de Bases aumentou em 1986 a escolaridade obrigatória de seis para nove anos. A sua chegada ao sistema acontece precisamente na década de 90. Isso obrigou a encontrar respostas imediatas para problemas que tinham de ser resolvidos sem adiamento.
Ler www.asbeiras.pt
5 mil nas ruas de Aveiro em defesa do ensino particular
Movimento «SOS Educação» contesta corte do financiamento estatal a escolas com contratos de associação.
Escolas particulares querem saber quanto custa um aluno na pública
Representantes de 65 escolas com contrato de associação com o Estado estão, de novo, reunidas e em protesto em Aveiro.
Pais e representantes do ensino particular e cooperativo voltaram a protestar contra os cortes no financiamento e, mais uma vez, insistem em saber o custo por aluno nas escolas privadas e públicas.
João Maceiro, do movimento SOS Educação, promete para breve números para tirar razão ao Governo. “Vamos constituir um grupo de trabalho inter-universidades que façam um estudo verdadeiramente rigoroso, que tenha pressupostos científicos e técnicos válidos. De facto, o ensino privado e cooperativo tem um custo por aluno muito inferior ao custo da escola estatal e é pena que o Governo não assuma qual é o custo na escola estatal”, disse.
Entretanto, os professores não vão ficar parados nos próximos dias e garantem que na próxima semana vão “ser ouvidos na comissão de Educação e Ciência na Assembleia da República e na quinta-feira vamos ter reunião com o secretário de Estado”, refere Rui Leite.
Famílias protestam em Aveiro contra cortes no ensino privado
O Movimento SOS Educação promove este sábado, em Aveiro, um encontro nacional de famílias para protestar contra o acordo assinado entre o Ministério da Educação e a associação que representa aquelas escolas.
“Temos aqui um momento de reagrupamento de energias e ao mesmo tempo dar um sinal claro ao poder político que estamos determinados e que a nossa energia e vontade de lutar pelas escolas é infinita”, afirma Luís Marinho, porta-voz do movimento.
Pais encerram escola. 5 meses....muito bem. Ora aí está a brilhante gestão do erário público.
Pais encerram escola
Os pais dos alunos da escola básica "Aida Vieira" do bairro Padre Cruz, em Lisboa, vão encerrar a escola esta quinta feira. Queixam-se de falhas na construção do edifício e dos maus acessos à escola. A escola foi inaugurada há 5 meses. Os pais exigem respostas da Câmara Municipal de Lisboa
Fonte: www0.rtp.pt/noticias/?t=Pais-encerram-escola.rtp&headline=20&visual=9&article=417028&tm=8
Fonte: www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100001571753530&sk=wall
CDS-PP e PSD vão apresentar propostas de alteração ao decreto-lei sobre os apoios ao particular
Se aprovada na generalidade em plenário, a cessação de vigência toma a forma de resolução e o decreto-lei em questão deixa de vigorar no dia da publicação da resolução em Diário da República .
Educação: 5400 assinaturas pela alteração das regras de financiamento ao sector privado
O documento é hoje entregue ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, às 12h30, pelos responsáveis do movimento «SOS Educação», que congrega pais e encarregados de educação de estabelecimentos de ensino particulares e cooperativos.
A petição defende a “revogação/alteração do decreto-lei 138C/2010” e “a constituição de um grupo de trabalho que, atendendo aos princípios da qualidade, liberdade e equidade na organização do serviço público de educação, prepare o novo enquadramento jurídico das escolas com contrato de associação”.
“Muitas escolas com contrato de associação são exemplos no que respeita à conciliação de dois princípios fundamentais: a liberdade de ensinar e aprender e a igualdade de oportunidades”, pode ler-se.
O Decreto-Lei 138-C/2010, de 28 de Dezembro, define o enquadramento legal de financiamento das escolas privadas ao abrigo de “contratos de associação”, estabelecendo o princípio do subsídio por turma e criando condições para a avaliação e eventual revisão dessa rede de escolas, por parte do Ministério da Educação.
O Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo (EPC, Decreto-Lei n.º 553/80, de 21 de Novembro) prevê a celebração de contratos de financiamento com escolas privadas que se localizem em zonas carecidas de escolas públicas, com vista a garantir, naqueles territórios, o acesso de todos à educação nas mesmas condições de gratuitidade do ensino público.
No último dia 9, o Governo e a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) chegaram a acordo quanto ao financiamento e renovação dos contratos de associação entre o Estado e aquelas escolas.
Segundo o protocolo, 107 turmas vão deixar de receber verbas estatais no início do próximo ano lectivo (2011/2012), medida que se estende a mais 107 em 2013/14.
Fonte: www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=84335
Tribunal de Contas vai avaliar quanto custa o ensino público por aluno
Em declarações à agência Lusa, o deputado social-democrata Pedro Duarte considerou que “este é um elemento essencial para que se possa avaliar as políticas públicas na área da educação”.
Pedro Duarte referiu que a iniciativa - aprovada pelo PSD, CDS-PP e PCP e com os votos contrários do PS e BE - é “relevante” para verificar também o financiamento fixado para as escolas com contrato de associação.
“Nós tentámos várias vezes que esse estudo fosse feito, ao nível da Educação, com outra fiabilidade, e não temos tido sucesso, nesse sentido apresentámos uma proposta na comissão de Educação para que seja o Tribunal de Contas a realizar um estudo técnico que nos permita ter dados fiáveis e reais sobre o verdadeiro custo por aluno para os cofres do Estado”, disse.
Segundo Pedro Duarte, com os resultados do estudo será possível “concluir se está a haver um sobrefinanciamento, um subfinanciamento ou se está a haver um financiamento correcto”.
“Não pedimos o estudo com a premissa de querermos provar alguma coisa, queremos sim que este dado nos ajude, agora e para o futuro”, declarou o deputado do PSD.
Fonte: http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/tribunal-de-contas-vai-avaliar-quanto-custa-o-ensino-publico-por-aluno_1480684
Colégios descartáveis
A ministra da Educação decidiu asfixiar o ensino particular e substituir, em certas zonas do país, ensino privado de qualidade por escolas públicas. Não renovando contratos de associação com colégios ou reduzindo a cooperação, está a cometer um grave erro. Mas está no seu direito, tem até legitimidade política para tal. Mas o que a ministra não pode é levar a cabo esta medida de forma tão arrogante e até ilegal.
Ao cancelar contratos de associação de um dia para o outro, sem qualquer pré-aviso, o Ministério assume uma postura verdadeiramente selvagem. À qual acresce uma atitude chantagista, ao obrigar, unilateralmente, os colégios a aceitarem reduzir as comparticipações. Através da ameaça da asfixia financeira, forçam as entidades privadas a aceitar "esta esmola ou nada", coagindo--as e violando as mais elementares regras.
O Governo quer destruir um trabalho de anos? Está no seu direito. Quer descartar projectos educativos de qualidade? Também pode. Quer frustrar as expectativas das famílias? Força!
Mas avisa com tempo, sem chantagens e... para além do mais, é bom que indemnize devidamente quem garantiu este serviço público ao longo de anos. De facto, aos colégios que agora cessem contratos de associação é devida uma indemnização de clientela, tal como está formalmente previsto em qualquer contrato de agência. Esta contrapartida deve compensar todo o tempo em que privados cumpriram funções que competiam ao Estado. É assim em todas as relações sérias. Se uma qualquer empresa celebra um contrato de concessão ou "franchising" com outra, o doador da concessão pode terminá-la livremente... desde que pague ao concessionário o mercado que este entretanto serviu, conquistou e fidelizou. É esta indemnização que o Ministério da Educação deve pagar também a quem se estruturou para garantir a educação a milhares de alunos. Além de que só assim os privados poderão honrar os compromissos que assumiram para poderem desenvolver com qualidade uma função que cabia ao Estado acautelar. Uma indemnização justa é o mínimo que se exige num estado de direito.
Paulo Morais
"Ataque às escolas com contrato de associação é um segundo PREC"
Está em curso um ataque às escolas com contrato de associação e um segundo PREC (Processo Revolucionário Em Curso) para comemorar os 100 anos da República, acusa o presidente da Associação Portuguesa de Escolas Católicas.
Em entrevista ao programa “Terça à Noite”, da Renascença, o padre Querubim Silva, que também dirige um dos colégios que até agora não assinou com o Governo as alterações ao contrato de associação, diz que “já tivemos medidas pombalinas, já tivemos a primeira República, o PREC e agora temos o PREC 2 para comemorar os 100 anos da República”.
O representante das escolas católicas diz nada ter a opor a cortes desde que eles sejam feitos na mesma proporção dos decididos para o Ministério.
O Padre Querubim Silva acusa o Governo de estar a chantagear as escolas ao decidir não pagar o que está estipulado num contrato em vigor, pelo facto de as escolas não assinarem a adenda proposta pelo Ministério.
O director do colégio do Calvão diz que na próxima semana irá assinar a adenda, mas antes interpõe em tribunal uma acção denunciando “o incumprimento unilateral do contrato por parte do Estado”.
Negando a existência de luxos nestas escolas, o padre Querubim Silva diz que nestes estabelecimentos “a sociedade civil dá um contributo que o estado não estimula nas suas escolas” e garante: “há uma intenção premeditada com estas medidas de asfixiar o ensino particular”.
O Padre Querubim Silva diz ainda que considera que o Presidente da República foi enganado ao assinar o decreto-lei que previa as alterações aos contratos, porque “o Presidente não podia prever que no dia seguinte uma portaria viesse extravasar o âmbito do decerto-lei”.
Igreja desafia Governo a provar que ensino público é mais barato
Os bispos desafiaram, esta terça-feira, o Governo a provar que o ensino público é mais barato e consideraram que o acordo entre o Ministério da Educação e a Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo é um "bom sinal"."Tudo leva a crer que o ensino das escolas que funcionam ao abrigo dos contratos de associação fica muito mais barato ao Estado.
Se o Governo quiser provar o contrário, terá de permitir que uma comissão independente esclareça o assunto, o que para já não permitiu através da bancada parlamentar do partido que o apoia", disse, em Fátima, o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), padre Manuel Morujão.
Para a Igreja Católica, "financiar com justiça as escolas com contrato de associação é lutar contra o despesismo e a burocratização da máquina governamental, é promover o bem do país, das famílias e dos alunos".
Ler Jornal de Notícias
Entre uma escola pública e uma privada, financie-se a melhor, defende Marçal Grilo
O financiamento do Estado a escolas vizinhas deve ser decidido não em função do seu estatuto público ou privado, mas sim pela qualidade do ensino que ministram e pela sua capacidade em combater o insucesso e o abandono escolar, defendeu ontem o ex-ministro da Educação Marçal Grilo"Existem duas escolas no mesmo sítio, uma é pública e outra privada. Como apoiá-las? Se a escola privada tiver uma avaliação melhor do que a pública, feche-se esta e deixe-se a privada", disse numa conferência na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.
Ler www.publico.pt
Alunos do privado dormem nas escolas como forma de protesto
Luís Marinho, porta-voz do movimento SOS Educação, que apoia os 30 colégios contra o acordo firmado na semana passada entre o Ministério da Educação e a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), afirmou ao i que o protesto surgiu de forma espontânea e demonstra a preocupação dos alunos. Durante esta semana o movimento de associações de pais vai terminar a ronda com todos os grupos parlamentares. O objectivo passa por conseguir a revogação do decreto-lei de final de Dezembro que alterou as regras de financiamento, conduzindo à quebra do vínculo com 256 turmas - metade no próximo ano lectivo e as restantes dentro de dois anos. O Colégio da Imaculada Conceição (Cernache), Externato de Penafirme (Torres Vedras) e Colégio Diocesano de Nossa Senhora da Apresentação (Calvão) são algumas das escolas onde os estudantes convocaram protestos.
Educação: Antigos ministros da educação defendem ensino privado e autonomia das escolas
Único modelo educativo plausível é «não haver modelo», diz Marçal Grilo
Numa iniciativa intitulada «Que serviço público de educação queremos para Portugal?», Marçal Grilo manifestou-se “contra o monopólio estatal da rede escolar” e expressou a sua “aversão” aos modelos únicos e às “grandes reformas”.
Para o ministro do 13.º Governo (1995-1999, PS), “o modelo é não haver modelo”, opção que estimula “a riqueza da diversidade e da autonomia das escolas”, ainda que alguns estabelecimentos prefiram ser “dependentes” do ministério, dado que dessa forma “limitam o seu grau de responsabilidade” no processo educativo.
Roberto Carneiro lembrou que até ao século XIX o serviço público de educação era “imposto de cima para baixo”, mas agora a maioria da população prefere escolher a escola e o projecto educativo para os filhos.
Ler +++ Agência Ecclésia“Quer extinguir-se a escola privada, pondo uma pública ao lado”
O Governo não está a cumprir a lei, defende Roberto Carneiro.
O ex-ministro de Cavaco lembra a lei que vem do seu mandato e estabelece que o Estado não pode construir uma escola pública ao lado de uma privada com contrato de associação.
O Estado não deve deter o monopólio do ensino?
O Estado hegemónico é uma coisa do século XVIII ou XIX, já acabou. Estamos no século XXI, a sociedade é mais diversa, está mais educada, os pais querem escolher. Um Estado que é o modelo único não serve a sociedade, nem o serviço público.
O processo com as escolas particulares foi mal gerido?
Começou por ser mal gerido, mas felizmente acabou num acordo com o consenso possível. Não sei se muito bom, mas foi o possível... Acho que podia ter sido resolvido mais rapidamente, com mais eficácia e com melhor resultado para todos.
O acordo prevê a redução das turmas financiadas...
Quer extinguir-se a escola privada, pondo uma escola pública ao lado e depois diz-se que há lugares na rede estatal. Isso é um erro crasso. Enquanto ministro da Educação fiz legislação que proibia o Estado de construir uma escola pública ao lado de uma privada e, se o fizesse, tinha de continuar a pagar os contratos de associação durante cinco anos.
A lei não está a ser cumprida?
O cumprimento da lei exige que o Estado não construa escolas públicas ao lado de particulares e que, se o fizer, respeite integralmente a obrigação de continuar a pagar os contratos de associação durante cinco anos.
Como vê a ideia passada pela ministra de que o Estado estaria a pagar o luxo destas escolas?
Isso só pode ser uma brincadeira de mau gosto. Em Coimbra, há excesso de oferta e eu ofereci-me para fazer um estudo sobre o custo da escola privada e pública no concelho. E fechava-se a mais cara. Não quiseram...
O particular é mais barato?
Sim. Fiz um estudo, há 30 anos, que provava isso. Era preciso rever o estudo e actualizá-lo. Não acredito nada nesses estudos sobre os custos no ensino público. Era preciso fazer um estudo rigorosíssimo sobre quanto custa um aluno no ensino público e no particular, com tudo, investimentos, amortizações, depreciações...
Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/quer-extinguirse-a-escola-privada-pondo-uma-publica-ao-lado_111143.html
E na educação ?
A máquina da Segurança Social vai perder uma centena de cargos dirigintes.
Os cortes serão imediatos. Um dos cargos de topo extintos fica na Direcção-Geral da Segurança Social, deixa de existir um dos três sub-directores-gerais.
Outro cargo que acaba é o de vogal no conselho directivo. Estes são os cargos hierarquicamente mais importantes no leque de uma centena com fim marcado.
Progressivamente, serão ainda extintos 70 cargos dirigentes através da externalização entrega de equipamentos sociais geridos pelo Estado a Instituições Particulares de Solidariedade Social.
Serão ainda integrados com outros serviços públicos locais de atendimento de menor dimensão.
Fonte: www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1783515
Não vale esconder parcelas. Qual é o verdadeiro custo do aluno nas escolas estatais?
Todas as escolas requalificadas pagam uma renda anual à PE (Parque Escolar)
Movimento SOS Educação rejeita acordo com Ministério
O movimento SOS Educação não aceita o acordo assinado na quarta-feira entre o Ministério da Educação e a Associação das Escolas do Ensino Particular e Cooperativo relativo aos estabelecimentos de ensino com contrato de associação.
Em declarações à TSF, o porta-voz deste movimento considerou que as reduções no financiamento previstas neste acordo vão levar ao fim de muitas escolas, uma vez que estas ficarão sem «viabilidade financeira a partir de Setembro».
«A consequência é algumas escolas que não resistem e vão fechar. Creio que uma até já fecho, no Alvito, no Alentejo», adiantou Luís Marinho, que diz que a única hipótese é continuar os protestos.
Este porta-voz confirmou a realização de um «encontro nacional de famílias» no dia 19 e o lançamento de uma «petição para garantir a reapreciação do decreto-lei que vai ser feito no dia 18».
«Estamos a fazer um trabalho intenso com todas as forças partidárias de forma a que possa relegar um decreto-lei que causou toda esta instabilidade nas escolas», concluiu.
Alunos de externato que perdeu contrato com Estado transferidos para escola sem condições
“O ME decidiu avançar com a denúncia do contrato de associação, ignorando os nossos protestos, os nossos argumentos e, pasme-se, a declaração da Câmara de Viana do Castelo de que a nossa escola fazia falta na rede educativa da região”, disse à Lusa.
Comunicado da Associação de Pais do Externato de Penafirme acerca do acordo entre o Ministério da Educação e a AEEP
Caros amigos
Face ao acordo recentemente alcançado é necessário esclarecer o seguinte:
A luta dos Pais tem sido notável e de grande dignidade. No inicio deste processo, o governo contava com muita coisa, mas certamente nunca contou com um movimento tão dinâmico e tão empenhado na defesa do ensino dos seus filhos. Ver famílias inteiras de Norte a Sul do País a lutar pela sua escola tem sido absolutamente extraordinário e emocionante. Face a estes movimentos, muita coisa tem acontecido do ponto de vista politico, tendo este tema saltado para a agenda politica e sido tomado como bandeira para todas as forças da oposição no que à educação diz respeito. Relembre-se que o nome de Penafirme foi até mencionado há cerca de duas semanas por Francisco Louçã na Assembleia da Republica (partido que estava inicialmente menos sensibilizado e informado para o tema). De destacar ainda que o maldito Decreto-Lei que levantou toda esta instabilidade nas escolas irá ser alvo de uma reapreciação no dia 18 de Fevereiro a pedido do PSD, fruto de um projecto-lei iniciado pelo CDS-PP e aprovado na Assembleia da República a 15 de Dezembro de 2010. Este é um momento crítico para o governo, pois basta toda a oposição se juntar e revogar o dito diploma, coisa que a acontecer, colocaria tudo na estaca zero e faria certamente cair a equipa do Ministério da Educação.
Ler +++APEC critica acordo para ensino privado
O acordo assinado ontem entre o Ministério da Educação (ME) e a Associação de Escolas de Ensino Privado e Cooperativo mereceu muitas reservas por parte da Associação Portuguesa das Escolas Católicas (APEC). Em declarações há minutos à FAMÍLIA CRISTÃ, o Pe. Querubim Silva, presidente da APEC, revelou que esta manhã terá lugar uma reunião de esclarecimento sobre o acordo alcançado ontem entre o ministério e a AEEP, mas critica os contornos em que esse acordo foi atingido. «As contas do ME sobre os gastos com os alunos nas escolas estatais não vieram cá para fora e têm de vir. Enquanto o Estado não tiver a coragem de dizer os gastos que os contribuintes têm, não podemos parar», afirmou, acrescentando que «o acordo é um estratagema para esvaziar a reapreciação prevista para os próximos dias no Parlamento». Finalmente, o Pe. Querubim contestou o prazo de cinco anos que ficou definido no acordo para a reavaliação dos contratos de associação. «Um prazo de cinco anos para reapreciar a rede significa que o Estado continua apostado em liquidar por completo o ensino particular e cooperativo, e que tem cinco anos para construir mais escolas e poder dizer que não precisa de ninguém», disse, acrescentando que, nesse caso, «só os ricos passam a ter hipótese de escolha para a escola dos seus filhos».Ensino Particular: 30 escolas rejeitam acordo com o Governo
Num comunicado, os responsáveis destes 30 estabelecimentos, que se reuniram esta tarde em Fátima depois de participarem num outro encontro promovido pela AEEP, afirmam-se surpreendidos com o acordo, que «só compreendem ter resultado da desmedida pressão por parte do Governo».
«O acordo não defende os legítimos direitos dos alunos, famílias e trabalhadores», lê-se no documento, que não dá «qualquer crédito à opção política do estudo da rede» de escolas particulares com contrato de associação encomendado pela tutela à Universidade de Coimbra e que serviu de base ao acordo.
Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=61&id_news=493575
Colégios Católicos rejeitam acordo que quer “morte do ensino particular”
Com estes cortes, o Padre Querubim Silva afirma que o Governo mantém a intenção de acabar com o ensino particular e cooperativo: “Não se pode chamar propriamente um acordo, dado que a morte do ensino particular e cooperativo continuaria na mira do Governo. Para mim, é inconcebível. Para mim, o fundamental é a liberdade de aprender e de ensinar e aquilo que se diz ser um acordo não é de modo algum um acordo, porque a redução progressiva de turmas significa o estrangulamento definitivo.”
Os directores dos 19 colégios que não assinaram a adenda ao contrato de financiamento vão reunir-se logo à tarde em Fátima para definir o que fazer, sendo que o processo contra o Estado mantém-se uma possibilidade: “Não creio que seja possível sobreviver por muito tempo. Há um contracto em cima da mesa, que não foi renegociado, o que eu tenho é válido até 31 de Agosto. O mais natural será que processar o Estado continue como um objectivo”, confirma o Padre Querubim.
Já o movimento SOS Educação lançou uma petição. Os pais dos alunos que frequentam os colégios com contrato de associação querem dar força à reapreciação do decreto-lei sobre o financiamento, com debate marcado para o próximo dia 18 no Parlamento.
O Movimento SOS educação continua a exigir a igualdade de tratamento entre as escolas públicas e as de ensino privado com contrato de associação.
Luis Marinho, porta-voz do movimento, defende, por isso, que a transferência de verbas para os colégios tem de ser diferenciado, à semelhança do que acontece nas escolas do Estado onde a dotação financeira não é regulada por um valor médio.
Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=141501
Governo e estabelecimentos de ensino particular e cooperativo chegaram a acordo
Ministra "muito satisfeita", escolas particulares dizem que foi o "acordo possível"
A ministra da Educação manifestou-se hoje "muito satisfeita" com o entendimento assinado em torno dos contratos de associação das escolas privadas, garantindo que a questão está "finalmente ultrapassada", enquanto a AEEP prefere falar no "acordo possível".
"Estou naturalmente muito satisfeita com este acordo que a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular [AEEEP] aceitou celebrar com o Governo. Assinámos um bom acordo", afirmou Isabel Alçada, em conferência de imprensa, ao início da noite, no Ministério da Educação.
Sublinhando que "a persistência compensa", referindo-se às semanas de negociações e diálogo entre as duas partes, a ministra congratulou-se por poder dizer que a "questão está finalmente ultrapassada".
"Garantimos aos alunos, e às famílias, a possibilidade de completarem na mesma escola os ciclos de ensino já iniciados e proporcionando aos colégios e professores a desejável estabilidade", sublinhou Isabel Alçada.
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