A Associação de Colégios Católicos considera inaceitável o acordo alcançado ontem à noite entre o Governo e o ensino particular.
O acordo prevê um financiamento de 80 mil euros por ano e por turma, a aplicar a partir do próximo ano lectivo, e ainda uma redução gradual do número de turmas que recebem apoio.
Com estes cortes, o Padre Querubim Silva afirma que o Governo mantém a intenção de acabar com o ensino particular e cooperativo: “Não se pode chamar propriamente um acordo, dado que a morte do ensino particular e cooperativo continuaria na mira do Governo. Para mim, é inconcebível. Para mim, o fundamental é a liberdade de aprender e de ensinar e aquilo que se diz ser um acordo não é de modo algum um acordo, porque a redução progressiva de turmas significa o estrangulamento definitivo.”
Os directores dos 19 colégios que não assinaram a adenda ao contrato de financiamento vão reunir-se logo à tarde em Fátima para definir o que fazer, sendo que o processo contra o Estado mantém-se uma possibilidade: “Não creio que seja possível sobreviver por muito tempo. Há um contracto em cima da mesa, que não foi renegociado, o que eu tenho é válido até 31 de Agosto. O mais natural será que processar o Estado continue como um objectivo”, confirma o Padre Querubim.
Já o movimento SOS Educação lançou uma petição. Os pais dos alunos que frequentam os colégios com contrato de associação querem dar força à reapreciação do decreto-lei sobre o financiamento, com debate marcado para o próximo dia 18 no Parlamento.
O Movimento SOS educação continua a exigir a igualdade de tratamento entre as escolas públicas e as de ensino privado com contrato de associação.
Luis Marinho, porta-voz do movimento, defende, por isso, que a transferência de verbas para os colégios tem de ser diferenciado, à semelhança do que acontece nas escolas do Estado onde a dotação financeira não é regulada por um valor médio.
Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=141501
Com estes cortes, o Padre Querubim Silva afirma que o Governo mantém a intenção de acabar com o ensino particular e cooperativo: “Não se pode chamar propriamente um acordo, dado que a morte do ensino particular e cooperativo continuaria na mira do Governo. Para mim, é inconcebível. Para mim, o fundamental é a liberdade de aprender e de ensinar e aquilo que se diz ser um acordo não é de modo algum um acordo, porque a redução progressiva de turmas significa o estrangulamento definitivo.”
Os directores dos 19 colégios que não assinaram a adenda ao contrato de financiamento vão reunir-se logo à tarde em Fátima para definir o que fazer, sendo que o processo contra o Estado mantém-se uma possibilidade: “Não creio que seja possível sobreviver por muito tempo. Há um contracto em cima da mesa, que não foi renegociado, o que eu tenho é válido até 31 de Agosto. O mais natural será que processar o Estado continue como um objectivo”, confirma o Padre Querubim.
Já o movimento SOS Educação lançou uma petição. Os pais dos alunos que frequentam os colégios com contrato de associação querem dar força à reapreciação do decreto-lei sobre o financiamento, com debate marcado para o próximo dia 18 no Parlamento.
O Movimento SOS educação continua a exigir a igualdade de tratamento entre as escolas públicas e as de ensino privado com contrato de associação.
Luis Marinho, porta-voz do movimento, defende, por isso, que a transferência de verbas para os colégios tem de ser diferenciado, à semelhança do que acontece nas escolas do Estado onde a dotação financeira não é regulada por um valor médio.
Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=141501








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