O movimento SOS Educação não aceita o acordo assinado na quarta-feira entre o Ministério da Educação e a Associação das Escolas do Ensino Particular e Cooperativo relativo aos estabelecimentos de ensino com contrato de associação.
Em declarações à TSF, o porta-voz deste movimento considerou que as reduções no financiamento previstas neste acordo vão levar ao fim de muitas escolas, uma vez que estas ficarão sem «viabilidade financeira a partir de Setembro».
«A consequência é algumas escolas que não resistem e vão fechar. Creio que uma até já fecho, no Alvito, no Alentejo», adiantou Luís Marinho, que diz que a única hipótese é continuar os protestos.
Este porta-voz confirmou a realização de um «encontro nacional de famílias» no dia 19 e o lançamento de uma «petição para garantir a reapreciação do decreto-lei que vai ser feito no dia 18».
«Estamos a fazer um trabalho intenso com todas as forças partidárias de forma a que possa relegar um decreto-lei que causou toda esta instabilidade nas escolas», concluiu.







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