sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Reitor da Universidade Católica acusa o Governo de intensificar monopólio estatal na educação

“A Igreja não só denuncia como indesejável o monopólio do Estado, como faz a afirmação que pertence à sociedade, e na sociedade à família, o direito e dever primeiro de educar”, realça o reitor, que considera estarem a ser vividos “momentos difíceis para a liberdade de ensino em Portugal”.

Depois de frisar que “o Estado não pode ser educador porque a educação não é neutra e o Estado é obrigado à neutralidade”, o reitor constata que em Portugal se impõe “o primado da escola pública”, posição “dificilmente compatível com a doutrina da Igreja”.

Braga da Cruz lembra que “a Igreja defende uma posição de pluralismo de escolas e um financiamento paritário”, perspectivas inconciliáveis com a redução do apoio estatal ao ensino particular e cooperativo até ao 12.º ano, que vão “diminuir a liberdade de escolha de alguns portugueses”, designadamente “os mais carenciados e pobres”. Fonte: declaração do Reitor da Universidade Católica no website Eclesia



E discordam disto porque os socialistas leram Antonio Gramsci e sabem que a melhor forma de manipular as consciências das novas gerações, em ordem a conduzi-las a aceitarem o socialismo, é através do monopólio estatal sobre as escolas e os media. Do que se trata é de arregimentar as novas gerações na doutrina socialista para que elas aceitem como natural a pobreza e a subsidiodependência. Alguém conhece um país governado há muito tempo pelos socialistas que não seja pobre? O Estado dá com a mão direita aquilo que retira aos jovens com a mão esquerda. A escola socialista tem como objectivo impedir os jovens de tomarem consciência de que um Estado que consome metade da riqueza produzida - e que nada produz - só pode conduzir à pobreza os que chegaram depois.

Os 93 colégios com contrato de associação são uma ameaça ao monopólio estatal que os socialistas exercem na educação básica e secundária. Era necessário pôr fim ao desafio que esse 93 colégios, a maioria de influência católica, exercem ao monopólio estatal. Ainda por cima, quase sempre com melhores resultados do que as escolas estatais da vizinhança. O desafio e o enxovalho não podiam durar mais tempo.

Durante algumas décadas, os socialistas fingiram que aceitavam o papel supletivo dos colégios com contrato de associação. Ao longo dos últimos seis anos, esbanjaram milhares de milhões de euros na construção de grandes centros escolares em concelhos com colégios que oferecem serviço público de educação de grande qualidade.

A intoxicação da opinião pública atingiu o zénite com a divulgação de um estudo sobre a rede de escolas com contrato de associação. Um estudo encomendado a um destacado militante socialista que foi apresentado como se tivesse a chancela e o patrocínio científico da Universidade de Coimbra. Afinal, o estudo foi feito por um militante socialista com a ajuda de meia dúzia de estagiários.

Os socialistas usam mão de todos os instrumentos para intoxicarem a opinião pública. Mas a realidade vai travá-los. Não há mais dinheiro para continuar a orgia do esbanjamento. Acabou-se.


in www.profblog.org


Sem comentários:

Enviar um comentário

 
;