O Ministério da Educação encomendou à universidade de Coimbra, um estudo diagnóstico de reorganização da rede de escolas de ensino particular e cooperativo com contrato de associação. No Alto Trás-os-Montes, nomeadamente no colégio de Torre Dona Chama, é proposto que no próximo ano lectivo passe a ter apenas a comparticipação de dez turmas, em vez das actuais quinze.
Um dos argumentos apresentados para diminuir a contratualização de turmas no colégio baseia-se no diagnóstico que perspectiva a redução das taxas de ocupação dos estabelecimentos da rede pública para os próximos anos, aliada à previsão de decréscimo na população escolar, no concelho de Mirandela.
No entanto o director regional de educação do Norte deixou a possibilidade desta proposta do estudo não se vir a aplicar ao colégio de Torre Dona Chama. “O que há é um estudo, não há nenhuma decisão tomada. Neste momento todas as possibilidades estão em cima da mesa”, garantiu António Leite no final da visita de inauguração de uma residência para estudantes no colégio daquela vila do concelho de Mirandela. “Primeiro devemos verificar as distâncias, o tipo de oferta existente. E neste local, o Estado não tem oferta”, acrescentou o responsável da DREN.
Por sua vez presidente da junta de freguesia de Torre Dona Chama congratula-se com esta abertura da DREN, mas prefere aguardar para ver. “A junta de freguesia só tem que se congratular com o facto de o director regional ter vindo ver o equipamento e ficar sensível aquilo que são as nossas pretensões”disse Paula Lopes após a inauguração das novas residências para estudantes. Em relação ao estudo a autarca diz não saber a sua viabilidade mas refere que deve ser entendido para a vila como carácter de excepção, porque “não existe cobertura na vila da Torre até ao ensino secundário e portanto deve ser tomada em conta a alternativa”, explicou.
Por sua vez presidente da junta de freguesia de Torre Dona Chama congratula-se com esta abertura da DREN, mas prefere aguardar para ver. “A junta de freguesia só tem que se congratular com o facto de o director regional ter vindo ver o equipamento e ficar sensível aquilo que são as nossas pretensões”disse Paula Lopes após a inauguração das novas residências para estudantes. Em relação ao estudo a autarca diz não saber a sua viabilidade mas refere que deve ser entendido para a vila como carácter de excepção, porque “não existe cobertura na vila da Torre até ao ensino secundário e portanto deve ser tomada em conta a alternativa”, explicou.
A autarca acredita que depois das próximas eleições pode haver uma revisão dos contratos sobre o ensino. “Acredito que seja qual for o próximo governo vai ficar sensível. Não vamos desarmar e vamos continuar até lá”, refere, avisando que tomará uma atitude mais drástica, se for preciso” para nos ouvirem”, garante.
A autarca acredita que a Vila de Torre de Dona Chama pode ser o “primeiro exemplo” de divisão regional administrativa que possa agrupar as localidades em redor da vila. Actualmente, aquele estabelecimento de ensino tem um total de 311 alunos, oriundos dos concelhos de Mirandela, Vinhais e Macedo de Cavaleiros, dos quais 161 estão a frequentar o terceiro ciclo do ensino básico e 150 no ensino secundário.
in Terra Quente








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